Qual a importância da educação financeira?

Muito se fala a respeito da importância da educação financeira, mas, ainda assim, são poucos os que se preocupam com o assunto.

Anúncios

E, se ter controle de gastos é essencial para uma vida equilibrada, por que este ainda é um tópico pouco aplicado no dia a dia da maior parte das pessoas?

No material de hoje falaremos sobre isso, a fim de entendermos a importância da educação financeira, e como aplicar conceitos no dia a dia.

Gostou da ideia? Então, venha conosco nessa leitura!

Afinal de contas, o que é educação financeira?

Quando se fala em educação financeira, muitos já pensam que se trata de um conjunto de hábitos que têm como intuito principal a economia, mas, será que isso está certo?

Na verdade, educação financeira não possui relação direta com economia, e sim com uma forma inteligente de usar o dinheiro e organizar a vida financeira.

A questão é que, bons hábitos acabam por nos fazer economizar, afinal de contas, quando evitamos desperdiçar dinheiro com coisas desnecessárias, esse valor sobra no fim do mês.

Mas, é importante entendermos que o conceito de educação financeira vai muito além de economia, visto que, em alguns casos, exige até mesmo o gasto de dinheiro para providenciar evolução na vida financeira.

Isso ocorre com investimentos, por exemplo: você precisa colocar uma parte do seu dinheiro na aplicação, para obter retornos futuros.

Então, por teoria, a educação financeira serve para nos ajudar a tomar decisões ponderadas e com foco em um aproveitamento produtivo dos nossos recebimentos e bens.

Assim, as oportunidades passam a ser possíveis, visto que você deixa de trabalhar apenas para bancar o custo alto de desejos momentâneos e sem retorno.

+Isso pode te interessar: Como fazer um controle financeiro pessoal e mudar suas finanças.

Educação financeira: saiba por que começar a praticar ainda hoje

Conforme vimos anteriormente, a educação financeira se mostra como uma importante ferramenta para quem deseja evoluir na vida.

Isso porque, por meio dela é possível tomar decisões melhores, que aumentem tanto o seu retorno financeiro, quanto a sua taxa de satisfação com a vida.

Mas, especialmente para quem é iniciante no assunto, pode ser difícil saber como começar.

Alguns te indicarão livros famosos, outros dirão que a melhor saída é apostar em um curso de algum consultor financeiro conhecido no YouTube.

Mas, sabemos que a simplicidade é essencial quando se trata dos primeiros passos, por isso, veremos agora algumas dicas que podem ser aplicadas ainda hoje, no seu dia a dia.

1. Evite dívidas

Não há como falar em educação financeira sem esclarecer o prejuízo causado pelas dívidas, portanto, o primeiro passo é evitar e eliminar a inadimplência da sua vida.

Dívidas negativam o seu CPF, geram cobranças e ainda trazem aflição à sua mente, visto que, inevitavelmente, sempre que quiser dar um passo, pensará “se eu não consegui sequer pagar aquele débito, como posso arcar com esse novo projeto?”.

Por isso, as dívidas são as verdadeiras inimigas da educação financeira, visto que te deixam sempre no vermelho.

Então, o primeiro passo é partir para a negociação dos seus débitos, ou, se não tiver, passe a ter em mente que deve evitar pendências financeiras ao máximo.

2. Por consequência, tenha acesso ao crédito 

Há quem diga que o crédito é algo negativo, visto que você se torna refém dos juros dos bancos, mas, será que isso é verdade? Bem…depende!

Se você tiver dinheiro suficiente para dar andamento nos seus projetos à vista, realmente essa visão está correta.

Mas, se você precisa comprar um imóvel e não tem o valor todo, a única forma de concretizar essa conquista é por meio do crédito.

E, se a solicitação de crédito for feita de forma ponderada e responsável, certamente não terá nenhum prejuízo à sua vida financeira.

Lembre-se que educação financeira também fala sobre evolução, e a única forma de evoluir é por meio de conquistas pessoais, que envolvem compra de bens, educação e tantos outros pontos importantes.

3. Aflição por falta de dinheiro? Nunca mais 

Não é tão difícil encontrar pessoas que todos os meses passam pela aflição de não ter dinheiro para arcar com todas as suas contas.

Isso pode ocorrer por inúmeros motivos, mas, com a educação financeira é possível encontrar estratégias eficientes para manter tudo dentro do seu orçamento.

Quando você entende que o dinheiro não dobra só porque queremos, passa a priorizar economia e responsabilidade em suas escolhas, assim, tudo passa a se encaixar.

Além disso, caso realmente seja necessário aumentar a renda, por meio da educação financeira você saberá usar dos métodos certos, pelas razões certas para gerar rendimentos maiores no mês.

4. Sonhe e conquiste 

Você lembra que falamos sobre educação financeira não ser apenas um conjunto de estratégias com foco em economia?

Então, essa visão tem um motivo, e está no fato da educação financeira também contribuir para a conquista de sonhos.

Por exemplo: se você sempre quis comprar um carro de determinado modelo, de que maneira isso será possível, se não por meio de um planejamento e das estratégias adequadas?

Quando você aposta na educação financeira, os seus sonhos passam a se tornar projetos com processo de evolução.

Então, se precisa de evolução na sua vida, saiba que apenas por meio da organização será possível conseguir isso!

Não há idade para colocar a educação financeira em prática

Por fim, agora que você já entende sobre a importância da educação financeira, é importante dizermos que não existe idade certa para começar.

Isso significa que, seja para um jovem de 16 anos em um programa de Jovem Aprendiz, ou um profissional experiente com 40 anos de profissão, nunca é cedo ou tarde para começar.

Todo passo é importante na busca pela organização e evolução, então, seja qual for a sua idade ou necessidade, vale confiar nesse aprendizado para colher bons frutos.

Por fim, agora que já sabe o básico sobre educação financeira, o que acha de estudar sobre o assunto por meio de livros? Certamente te ajudará a conhecer conceitos e estratégias importantes.

+Leia também: Benefícios flexíveis: como funcionam e quais as vantagens? – O Administrador.